Galinha da angola
A galinha da angola (Numida meleagris), também conhecida por guiné, galinha-do-mato, capote, capota, sakué, pintada ou fraca é uma ave da ordem dos Galliformes, originária da África e introduzida no Brasil pelos colonizadores portugueses, que a trouxeram da África Ocidental.
No Brasil, a ave é conhecida por vários nomes, dependendo da região, sendo chamada de cocá, tô fraco ou angolista, ou ainda, erroneamente, de galinhola. É conhecida também por servir de oferenda em alguns rituais, especialmente para Oxum.
As aves ficam nervosas facilmente. São extremamente agitadas, muitas vezes chegando ao stress. São aves de bando: vivem em bandos, locomovem-se em bandos e precisam do bando para se reproduzir, pois só assim sentem estímulo para o acasalamento. E, como grupo, são organizadas. Cada grupo tem seu líder, o que é fácil de constatar no momento em que se alimentam: o líder vigia enquanto seus companheiros comem e, só depois de verificar que está tudo em ordem, é que começa a comer.
São aves rústicas e fáceis de criar, excepto num ponto: deixadas soltas, escondem os ninhos com o requinte de botar os ovos em camadas e ainda cobertos por palha ou outro material disponível.
As galinhas-d'angola não são boas mães, raramente entrando no choco. Fazem posturas conjuntas, com ninhadas de até quarenta ovos dispostos em camadas. Desta forma, somente os ovos de cima recebem o calor da ave e eclodem. São inquietas e arrastam os pintos para zonas úmidas, podendo comprometer a sobrevivência deles. Em criações em cativeiro, é recomendável recolher os ovos e colocá-los em incubadoras ou fazê-los chocar por uma galinha.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Galliformes
Família: Numididae
Gênero: Numida
Espécie: N. meleagris
Sagui Leãozinho
O sagui-leãozinho (Callithrix pygmaea) é a menor espécie de símio conhecida, medindo apenas cerca de 15 centímetros de comprimento (excluindo os outros 15 centímetros de cauda) e pesando 130 gramas, de pelagem acastanhada.
Reino: | Animalia |
Filo: | Chordata |
Classe: | Mammalia |
Ordem: | Primata |
Família: | Cebidae |
Género: | Callithrix |
Espécie: | C. pygmaea |
Sagui imperador
O Sagui-imperador (Saguinus imperator) é uma espécie de sagüi que habita o Oeste da região da Amazônia. Tais sagüis possuem o dorso acinzentado, cauda laranja e boca rodeada por longos pêlos brancos, que formam uma espécie de bigode.
Alimentam-se de pererecas, lagartixas, pássaros ninhegos, ovos, caracóis, insetos, mel, frutas (Inga, Theobroma e Cecropia), flores, pecíolos, folhas, néctar, exsudatos, cascas de árvores e fungos.
Formam grupos de 2 a 15 indivíduos, 6 em média, com uma densidade de 14 indivíduos por Km2 e biomassa de 5 Kg por Km2. É monogâmico. O pai carrega os filhotes nas costas. Possuem garras, que auxiliam na alimentação, baseada principalmente de insetos e gomas de árvores. Possuem bigode característico, o que levou ao nome popular de bigodeiro. Está ameaçado de extinção.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primata
Família: Cebidae
Gênero: Saguinus
Espécie: S. imperator
Sagui de tufos brancos
O sagui-de-tufos-brancos (Callithrix jacchus) é uma espécie macaco do Novo Mundo. Sua origem é do nordeste do Brasil, mas atualmente é encontrado também no sudeste e demais áreas, além de criado em cativeiros em diversos países.
É o sagui mais conhecido e comum. São animais de pequeno porte com peso entre 350 e 450 gramas, pelagem estriada na orelhas e mancha branca na testa. Coloração geral do corpo acinzentado-claro com reflexos castanhos e pretos. A cauda é maior do que o corpo e tem a função de garantir o equilíbrio do animal.
Habita a caatinga e o cerrado, em formações arbóreas baixas. Mas se adaptam muito bem em outras formações florestais e em áreas urbanas. São animais agitados e curiosos, podendo se tornar agressivos caso se sintam ameaçados. Podem se contaminar com doenças comuns a animais domésticos nas áreas urbanas, inclusive havendo a possibilidade de se tornarem agentes transmissores de raiva.
Alimentam-se de insetos, aranhas, pequenos vertebrados, ovos de pássaros, frutos e são também gumívoros (alimentam-se da goma exsudada de troncos que roem com seus incisivos inferiores, de árvores gumíferas). Esta goma serve de fonte de carboidratos, cálcio e algumas proteínas. Dispende cerca de 25 a 30% de seu tempo ativo, procurando por alimentos.
Tem hábitos diurnos e costumam viver em grupos. Raramente descem ao solo. São adaptados à vida saltatória arbórea, com locomoção vertical pelos troncos.
O tamanho da área ocupada por seu bando varia 0,005-0,065 km ² (0,002-0,03 km ²) e é selecionado com base nas densidades de árvores de goma. Embora eles não viajam grandes distâncias durante o dia, sagüis estão ativos por 11 a 12 horas por dia, geralmente de 30 minutos após o nascer do sol até cerca de 30 minutos antes do por do sol (Stevenson & Rylands, 1988; Kinzey 1997). Depois de deixar seu local de sono, sagüis alimentam intensamente durante cerca de uma hora e depois passam o resto do dia alternando entre alimentação, descanso e socialização (Stevenson & Rylands, 1988). Eles passam cerca de 35% do seu tempo em movimento e á procura de alimentos, 10% nas atividades sociais, 12% alimentação e em 53% de seu tempo permanecem parados (Kinzey 1997). O grupo dorme unido, em um local em segurança dos predadores.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
Subordem: Haplorrhini
Família: Cebidae
Gênero: Callithrix
Espécie: C. jacchus
Sagui de cara branca
O sagui- da- cara- branca tem seu nome científico identificado como Callitahix geoffroyi, ele nada mais é do que uma espécie de sangui.
O nome sagui vem da língua tupi- guarani é derivado dos nomes massau, sagui, saguim, sawi, sonhim, tamari, xauim. Todos esses nomes dados pelos índios tinham o simples significado de ser um macaco pequeno e com o rabo longo. São da Família Callitrichidae, pronuncia-se ponderando a vogal “u”.
Esses animais tão simpáticos são arborícolas, insetívoros e frugívoros, isto é se alimentam de frutas, insetos e folhas.
A verdadeira função da cauda nos saguis é para que eles consigam se equilibrar melhor no momento de pular de uma árvore para outra. O dedo polegar da mão desses animais é muito curto e as unhas têm forma de garras, o que os ajudam a fixarem nas árvores e se alimentarem.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primata
Família: Cebidae
Gênero: Callithrix
Espécie: C. geoffroyi
Sagui branco
O Sagui-branco (Callithrix argentata) é uma espécie de sagüi encontrada nas regiões Norte e Centro do Brasil e no Leste da Bolívia. Tais macacos possuem pelagem quase inteiramente branca ou marrom clara e cauda negra ou marrom. Contudo, não possuem os tufos de pêlos nas orelhas, característica comum às outras espécies do gênero.
São monogâmicos, passam o dia à procura de alimentos entre os galhos das copas das árvores, de onde saltam com facilidade. À noite, dormem nas árvores. Raramente, descem ao solo. Quando ameaçado, emite guinchos muito agudos, alertando todo o grupo.
Vivem em grupos familiares, constituídos pelos pais, pequenos filhotes e todos os filhos do "casamento".
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primata
Família: Cebidae
Gênero: Callithrix
Espécie: C. argentata
Leopardo nebuloso
O leopardo-nebuloso ou pantera-nebulosa (Neofelis nebulosa) é um felino de tamanho médio, medindo de 60 a 110 cm de comprimento e pesando entre 16 e 23 kg. Possui pelagem bronzeada ou marrom-clara e distintamente marcada com grandes elipses irregulares, de bordas escuras, das quais se diz terem formato de nebulosas, daí tanto seu nome vulgar quanto científico.
Vive nas florestas do Nepal, Malásia, China, Bornéu e Sumatra. Embora sua área de ocorrência seja bastante extensa para os padrões atuais, é uma espécie que tende a desaparecer, devido principalmente à destruição de seu habitat.
É, de todos os felinos, o que possui os caninos proporcionalmente mais longos. Alimenta-se de pequenos mamíferos. Sua gestação, em cativeiro, dura entre 86 e 93 dias; nascem usualmente dois filhotes, cada um pesando 170 gramas.
O nome da pantera nebulosa vem em parte de suas manchas, mas pode também provir do mistério que envolve a vida e os hábitos desse animal. Pouco se conhece sobre ele. Para vê-lo em liberdade, só indo ao Sudeste Asiático; ele só vive ali e em nenhum outro lugar. É encontrado nas selvas e planícies, desde os pântanos do Nepal e do Sikkin, no sudeste da China, Hainan, Formosa e as ilhas do Bornéu, Sumatra e Java.
A pantera nebulosa é um animal noturno. Dorme durante o dia, estirado sobre um galho de árvore, onde passa a maior parte do tempo. À noite, caça passarinhos e pequenos mamíferos; ataca também veados e javalis, saltando sobre eles, e prontamente leva seu alimento para cima das árvores. Os filhotes nascem geralmente num oco de árvore, com os olhos fechados, abrindo por volta de 10º dia. A pantera nebulosa é um animal raro e teme-se por sua extinção, devido à caça que os nativos lhe movem.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Gênero: Neofelis
Espécie: N. nebulosa
Bugio
A espécie que ocorre na mata atlântica, da Bahia ao Rio Grande do Sul é a Alouatta fusca, onde os machos possuem uma coloração marrom-avermelhada na parte superior, nas costas um marrom dourado e a barba pode ser vermelha ou negra, as fêmeas normalmente são mais pálidas de marrom escuro ao amarelo claro. Vivem em florestas úmidas de 10 a 20 m de altura, podendo também ser encontrados no cerrado e na caatinga. São animais diurnos, e chegam a formar grupos de até 15 indivíduos.
Alimentam-se de folhas (60%) e frutos. Uma das características mais marcantes é a vocalização, produzida pelo osso hióide, (osso ou complexo de ossos situado na base da língua que suporta esta com seu músculo) que se transforma em caixa de ressonância por onde emite um som muito alto que pode ser ouvido por até 5 km de distância, porém é ocultado pela barba. O período de gestação varia entre 185 a 195 dias com o nascimento de apenas um filhote, que pesa 130 grs. ao nascer.
A fêmea carrega o filhote até o desmame, que ocorre por volta de 20 meses, depois deste período o filhote começa a acompanhar o grupo em suas viagens à procura de alimento. Algumas destas espécies estão ameaçadas de extinção, devido a devastação do meio ambiente, principalmente da mata atlântica, e pela caça, pois em algumas regiões, há crenças de que o uso de seu osso hióde como recipiente pode curar algumas enfermidades.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
Subordem: Haplorrhini
Infraordem: Simiiformes
Família: Atelidae
Subfamília: Alouattinae
Gênero: Alouatta
Tatu galinha
Dasypus novemcinctus L., chamado vulgarmente tatu-galinha, tatu-verdadeiro, tatu-de-folha, tatu-veado e tatuetê, é um tatu encontrado dos Estados Unidos ao Norte da Argentina e Brasil. Tal espécie de tatu possui carapaça quase inteiramente nua, bastante convexa e lateralmente comprimida, com nove cintas de placas móveis, cabeça alongada, olhos pequenos, orelhas grandes, cauda comprida, cônica e de ponta fina.
"Tatu-galinha" é uma referência ao sabor de sua carne, que se assemelha à da galinha, bem como ao fato de possuir pelos parecidos com penas em suas patas. "Tatuetê" se origina do tupi tatue'té, "tatu verdadeiro".
Uma característica curiosa distingue o tatu-galinha das outras espécies: a fêmea sempre dá a luz quatro filhotes do mesmo sexo. Este fenômeno recebe a denominação científica de poliembrionia. Pode chegar a 80 cm quando adulto. Possui um casco blindado que o protege contra os predadores.
Atravessa cursos de água não muito largos sem respirar, com facilidade, caminhando tranquilamente sobre o fundo. Se o rio é muito largo, enche os pulmões e os intestinos de ar e nada semi-imerso, apenas com a extremidade do focinho fora da água. Este é um animal muito caçado pelo homem, o que vem reduzindo as populações em alguns locais em ritmo bastante sério.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Superordem: Xenarthra
Ordem: Cingulata
Família: Dasypodidae
Gênero: Dasypus
Espécie: D. novemcinctus
Tatu de jardim
Os isópodes terrestres, popularmente conhecidos como bichos-de-conta, porquinhos-de-santo-antão, tatuzinhos, tatus-bolas ou tatuzinhos-de-jardim, são os membros da subordem Oniscídea da ordem Isopoda. Atualmente conhece-se, aproximadamente, 120 espécies no Brasil e 3.600 no mundo, encontradas em habitats variados, desde a zona litorânea até desertos, o que faz destes o grupo com maior riqueza de espécies dentre os crustáceos. Em geral não conseguem espalhar-se muito, mas podem alcançar alta densidade populacional e o ser humano os tem dispersado. São crustáceos importantes na reciclagem de nutrientes, acumulação de metais pesados e alimentação de animais, constituindo grande parte da fauna de solo e influenciando sua dinâmica. Independem do meio aquático e vivem, em geral, em ambientes úmidos e abrigados da luz.
A fauna de isópodes terrestres é ainda pouco conhecida na América do Sul. Há um número considerável de trabalho acerca destes organismos no Rio Grande do Sul.
Existem organismos intracelulares que causam feminização e surgimento de indivíduos intersexuados nos isópodes terrestres, como Wolbachia, que altera as estratégias de reprodução sexuada e a proporção sexual com o intuito de garantir a transmissão maternal, único meio de infecção da prole.
Em geral, alimentam-se no período noturno, preferencialmente de plantas novas. Somente quatro espécies podem danificar a agricultura: Armadillidium vulgare, Porcellio laevis, Porcellionides pruinosus e Benthana picta. Podem causar perdas de até 40% em pimentões, de até 70% em tomates e até 80% em feijoeiros. Também podem atacar ervilha e outras hortaliças.
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Subfilo: Crustacea
Classe: Malacostraca
Superordem: Peracarida
Ordem: Isopoda
Subordem: Oniscidea
Tatu canastra
O tatu-canastra (Priodontes maximus), também conhecido como tatuaçu, é uma espécie de tatu de grandes dimensões, encontrado na maior parte da América do Sul cisandina. Tais tatus chegam a medir mais de 1 metro de comprimento. Têm o corpo coberto por poucos pelos e patas anteriores dotadas de garras enormes, que auxiliam na escavação de buracos. Estão vulneráveis à extinção devido à caça para obtenção de carne e pelo desmatamento do seu habitat. Os animais capturados pelo tráfico de animais silvestres sofrem uma alta taxa de mortalidade durante o transporte. O tatu-canastra é também chamado de tatu-carreta. Tanto sua designação sistemática (maximus) como seu sufixo indígena (açu) ressaltam o fato de ser o maior dos tatus vivos, podendo medir 1 metro de comprimento, com mais de 50 centímetro de cauda e pesando 90 quilogramas. Seu corpo, quase totalmente desprovido de pelos, apresenta alguns fios duros, esparsos, que aparecem entre as placas do seu revestimento. As patas enormes são armadas de unhas possantes, sobretudo as anteriores, cuja unha central mede 20 centímetros de comprimento. Fossador notável, faz grandes luras para se alojar. Revolvendo o solo, consegue alimento entre insetos, larvas, vermes, aranhas e cobras. Apesar de acusado de causar prejuízo às plantações, a finalidade de suas escavações é a obtenção de vermes, embora possa, com isso, danificar os legumes.
O tatu-canastra tem ampla área de distribuição no leste da América do Sul, desde a Venezuela e guianas até a Argentina, sendo, ainda, muito comum nos campos e cerrados de todo o Planalto Central do Brasil. Animal de hábitos noturnos, é mais encontradiço na vizinhança de riachos e lagoas, tendo a fêmea de 1 a 2 filhotes por parição.
Mamífero desdentado, é o gigante dos tatus e vive em pequenos bandos. É o maior e mais raro dos tatus vivos e é um bicho que só briga quando inevitável. Por causa de sua carne saborosa e armadura resistente, hoje é raríssimo nas diversas regiões brasileiras onde ocorria.
Vive na Floresta Amazônica e em trechos de Mato Grosso, longe de zonas povoadas. Este animal vive muito mal em cativeiro, por isso é difícil encontrá-lo em zoológicos. Ele faz parte das 207 espécies de animais que estão ameaçados de extinção, apesar de serem protegidos por lei.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Superordem: Xenarthra
Ordem: Cingulata
Família: Dasypodidae
Género: Priodontes
Espécie: P. maximus
Tatu bola
O tatu-bola (Tolypeutes), também conhecido em algumas regiões como tatuapara, apara e apar, é uma espécie de tatu encontrado no Brasil, Paraguai, Bolívia e Argentina. Tais espécies contam com cerca de 30 cm de comprimento, têm coloração marrom anegrada e, geralmente, três cintas móveis. São os únicos tatus capazes de se enrolar completamente dentro da carapaça, formando uma bola.
"Tatu-bola" é uma referência à sua capacidade de se enrolar, adquirindo o formato de uma bola. "Tatuapara", "apara" e "apar" vêm do tupi tatua'para, "tatu vergado".
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Placentalia
Superordem: Xenarthra
Ordem: Cingulata
Família: Dasypodidae
Gênero: Tolypeutes
Calopsita
A calopsita é uma ave dócil que pode ser conservada como animal de estimação. A plumagem pode ser de várias cores: amarelo, branco, cinza, etc. Normalmente a calopsita tem em cada face uma pinta laranja que protege os ouvidos da ave, porém as albinas não possuem nenhuma pinta. No macho adulto a face é amarela com a pinta laranja, na fêmea a face é cinzenta com infiltrações de amarelo e a pinta laranja não se destaca tanto(não necessariamente). A crista no topo da cabeça também varia de cores. O comprimento médio é de 30 cm. É uma ave muito inquieta, que pode estar horas a emitir gritos, mas podem assobiar e algumas chegam até a falar(ex:seu nome,ou alguma outra palavra que ouve com grande frequência). Apenas os machos conseguem falar, mas há algumas exceções em que as fêmeas conseguem falar.
São aves resistentes e suportam bem o clima, desde que convenientemente abrigadas contra ventos e frio extremos. Com uma alimentação balanceada e o cuidado adequado, podem viver até 25 anos, a questão da alimentação é uma das mais importantes para o bem estar da ave e deve ser pensada tendo em conta o espaço que a ave tem para fazer exercício mas também em função do clima. Existem frutas e legumes que não são indicados, mas outros como, maçã, banana, milho cozido, verduras verde escuras são indicados.
Assim, aves que não tenham possibilidade de fazerem exercícios não devem ter incluídos na dieta alimentos com alto teor em gordura como a semente de girassol. Para este animal poder ingerir semente de girassol ou semente de linhaça que pode se administrada com cautela, por exemplo, precisaria voar muitos quilômetros para gastar a energia contida. São resistentes e suportam bem o clima. No cativeiro foram surgindo mutações de cores variadas, algumas bastante diferentes das observadas na Natureza. A partir de 1949 a espécie começou-se a difundir pelo mundo, com a criação do "silvestre", e em seguida "arlequim" mutação desenvolvida na Califórnia, nos Estados Unidos.
Existem muitas mutações de calopsitas com cores variadas, são elas: Silvestre, Arlequim, Lutino, Canela, Opalina (Pérola), Cara Branca, Prata, Lutina, Albino (há um padrão albino e não apenas mutações genéticas), Pastel, Prata Recessivo e Prata dominante.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Psitaciformes
Família: Cacatuidae
Gênero: Nymphicus
Espécie: N. hollandicus
Macaco aranha
Seu nome é explicado pelo fato dessa espécie apresentar os membros mais longos que o comum. Ao se movimentar com grande agilidade pelos galhos das árvores, o macaco-aranha usa todos os membros e inclusive sua cauda preênsil, lembrando os movimentos das aranhas, com suas longas pernas andando por suas teias. Adulto, pode chegar a 65 cm de altura e 8 kg. Sua cauda pode chegar a medir 90 cm. Aliás, esta espécie de macaco usa a cauda como uma terceira mão da mesma forma os elefantes utilizam a tromba.
O macaco-aranha vive em grupo e habita em florestas tropicais chuvosas, como das Guianas e no Amazonas. São encontrados também nas florestas costeiras do México. Vivem no alto das árvores e raramente descem ao chão. Dormem de forma curiosa, em grupos de 2 ou 3, com as caudas entrelaçadas, prendendo-se uns aos outros. Durante o dia, o grupo percorre algumas rotas dentro da área que dominam, sendo que à noite costumam a retornar para dormir sempre na mesma árvore. O tamanho do grupo em que vivem depende da oferta de alimento da área onde vivem.
Sua dieta é variada, composta por frutos, sementes, brotos, nozes, flores, ovos, aranhas e vários tipos de insetos.
A reprodução da espécie pode ocorrer em qualquer época do ano. A gestação dura entre 226 e 232 dias. Ao nascer, o filhote (só nasce um por gestação) pesa 340 g e tem pêlos castanhos. Por 4 meses, vive agarrado somente a barriga da mãe, sendo que após esse período, pendura-se nas costas. Dependerá dos cuidados da fêmea até os 10 meses de idade. A maturidade sexual da fêmea ocorre por volta dos 4 anos, enquanto os machos se tornam férteis aos 5 anos de idade. É difícil distinguir o sexo dessa espécie, pois a fêmea do macaco-aranha têm o clitóris maior do que o comum, o que o torna semelhante ao pênis dos machos.
O mais comum predador natural dessa espécie é a onça-pintada. Em segundo lugar está o homem, que prejudica essa espécie de formas diretas.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
Subordem: Haplorrhini
Infraordem: Simiiformes
Parvordem: Platyrrhini
Família: Atelidae
Subfamília: Atelinae
Género: Ateles
Carrapato
Um carrapato, carraça ou chato é um artrópode da ordem dos ácaros, classificado nas famílias Ixodidae ou Argasidae. São ectoparasitas hematófagos, responsáveis pela transmissão de inúmeras doenças.
Encontra-se difundido por toda a Terra tanto no campo como na cidade, pois o principal motivo de sua ação é o ser humano ou animal de cujo sangue se alimenta, sendo por isso considerado hematófago e um dos principais vetores de muitas doenças causadas por vírus, bactérias, protozoários e riquétsias, que transmitem doenças ao homem e animais.
Existem espécies a partir de 0,25 mm de diâmetro. Vivem em touceiras, capim, no chão, entre as madeiras em climas úmidos ou secos.
Os carrapatos geralmente têm a forma oval e quando em jejum são planos no sentido dorso-ventral, porém após se alimentarem ficam convexos e até esféricos.
Sua carapaça é composta por quitina, na forma de um exoesqueleto, bem resistente e firme em relação a sua pouca espessura.
Domínio: Eukariota
Reino: Animal
Subreino: Metazoa
Filo: Arthropoda
Subfilo: Chelicerata
Classe: Arachnida
Subclasse: Acarina
Ordem: Ixodida
Família: Ixodidae
Cavalo marinho
O cavalo-marinho (Hippocampus) é um género de peixe pertencente à família Syngnathidae, que vive em águas temperadas e tropicais. Possui uma cabeça alongada com filamentos que lembram a crina de um cavalo. Tem características semelhantes às do camaleão, como mudar de cor e mexer os olhos independentemente um do outro. Nadam com o corpo na vertical, movimentando rapidamente as suas barbatanas. Algumas espécies podem ser confundidas com plantas marinhas e com corais e anêmonas marinhas. Seu tamanho é de aproximadamente 15 cm, com peso entre 50 e 100 gramas. Vivem em regiões de clima temperado e tropical. Podem ser criados em aquários, contanto que a água seja salgada e recebam cuidados especiais, pois são muito frágeis.
Alimenta-se de pequenos moluscos, vermes, crustáceos e plâncton, que são sugados através do seu focinho tubular. Como não tem o costume de ir atrás do alimento, ele come o que estiver a passar por ele. A cauda longa e preênsil permite que ele se agarre às plantas submarinas enquanto se alimenta de pequenos crustáceos.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Osteichthyes
Subclasse: Actinopterygii
Ordem: Gasterosteiformes
Família: Syngnathidae
Gênero: Hippocampus
Pelicano branco
Pelicano branco (Pelecanus onocrotalus) é uma ave migratória, vive à procura do calor. Geralmente, durante o inverno, migra para o noroeste da África, Oriente Médio e Índia. Costuma migrar também para o leste europeu durante o verão. Vive e viaja em bandos, pousando próximo a rios e lagos, onde encontra seu alimento: peixes.
Constrói ninho composto de pilhas de galhos e junco no chão e normalmente em grandes colônias. A fêmea bota de um a três ovos, que são incubados pelo período de um mês, aproximadamente. A “bolsa” formada pela pele extensível sob o bico serve como uma rede de pesca para apanhar e transportar seu alimento. É usada também para alimentar os filhotes, que recebem a comida semi-digerida pelos pais.
Sua plumagem é totalmente branca (os filhotes são mais escuros, apresentando plumas em tons de cinza ou marrom) e o grande bico é, em sua maior parte, amarelo-alaranjado, com detalhes em azul e vermelho. O pelicano mede cerca de 1,6m de comprimento e até 2,8m de envergadura.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Pelecaniformes
Família: Pelecanidae
Gênero: Pelecanus
Espécie: P. onocrotalus
Pelicano cinzento
O pelicano-cinzento, Pelecanus rufescens, também conhecido como pelicano-cinzento-africano ou pelicano-de-dorso-rosa-africano (tradução do nome inglês Pink-backed Pelican) é uma espécie de pelicano que se distribui pelas zonas úmidas de toda a África tropical e subtropical, até à Arábia e a Madagáscar.
É uma espécie relativamente pequena, atingindo um comprimento de 132 cm, uma envergadura de 2,9 m e um peso de 5,5 kg. A plumagem dos adultos é branca e cinzenta, com uma tonalidade rosada no dorso e as pontas das asas pretas; durante a época da reprodução, ostenta penas longas na cabeça. O bico atinge 38 cm, com a parte superior amarela e a bolsa cinzenta.
O pelicano cinzento reproduz-se durante todo o ano, em casais monogâmicos, construindo um ninho simples com gravetos, perto da água, onde põe 2-3 ovos brancos, grandes. A eclosão dos ovos ocorre 30 dias depois da postura. Os pintos alimenta-se mergulhando as cabeças na bolsa dos progenitores e retirando comida regurgitada.
Os adultos alimentam-se principalmente de peixes e anfíbios.
Domínio: Eukaryota
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Aves
Ordem: Pelecaniformes
Família: Pelecanidae
Gênero: Pelecanus
Espécie: P. rufescens
Pelicano pardo
O pelicano-pardo (Pelecanus occidentalis) é uma ave da ordem dos Pelecaniformes (família Pelecanidae), também conhecido como pelicano-pequeno. O nome alternativo deve-se ao facto de, apesar da envergadura das asas chegar a dois metros, ser a espécie menor dentro dos pelicanos. A espécie vive no continente americano e é comum na América do Sul.
O pelicano-pardo é a ave oficial do estado norte-americano do Louisiana.
Após o uso indiscriminado do pesticida DDT durante a década de 1970, o pelicano-pardo quase foi dizimado, assim como a águia-careca e o falcão-peregrino. Contudo, no ano de 2009, ele foi retirado da lista de espécies em perigo de extinção.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Pelecaniformes
Família: Pelecanidae
Gênero: Pelecanus
Espécie: P. occidentalis
Pelicano australiano
O pelicano-australiano (Pelecanus conspicillatus) é uma espécie de pelicano nativa da Austrália e Nova Guiné.
Estes pelicanos têm uma envergadura de 160 a 180 cm e pesam 4 a 7 kg. O seu esqueleto é extremamente leve e representa cerca de 10% do peso corpóreo total. Têm hábitos gregários e vivem em grandes colônias; raramente são encontrados sozinhos. Na época da nidificação a coloração desses animais muda drasticamente, a pele se torna, praticamente, dourada e a bolsa gutural, rosa.
Os ninhos são feitos no chão e a fêmea faz a postura de 2 ou 3 ovos que são cuidados pelos progenitores. O tempo de incubação fica entre 32 e 35 dias. Depois do nascimento, os filhotes permanecem em creches com cerca de 100 animais, permanecem ali até completarem dois meses; a expectativa de vida ultrapassa os 25 anos.
Se alimentam de peixes, crustáceos e tartarugas marinhas recém-nascidas.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Pelecaniformes
Família: Pelecanidae
Gênero: Pelecanus
Espécie: P. conspicillatus
Gaivota de asa escura
A gaivota-de-asa-escura (Larus fuscus) é uma espécie de gaivota, pertencente ao gênero Larus e à família Laridae. As adultos têm as asas e o dorso de tom cinzento-escuro, a cabeça e o ventre brancos e as patas amarelas. O bico é amarelo com uma mancha vermelha na extremidade da mandíbula inferior. Os imaturos com menos de um ano de vida são castanhos e podem confundir-se com os de gaivota-de-patas-amarelas. A partir do segundo ano, a plumagem escura começa a aparecer, mas só no quarto ano de idade é que a plumagem de adulto é adquirida.
Esta gaivota nidifica no norte e no centro da Europa (principalmente na Islândia, na Escócia e na Escandinávia). É uma ave parcialmente migradora e muitos indivíduos passam o Inverno no sul da Europa. Em Portugal a gaivota-de-asa-escura ocorre principalmente como visitante não nidificante e está presente de Julho a Março. É muito abundante e nos principais estuários e nos portos de pesca é frequente haver bandos de centenas ou milhares de indivíduos. Um estudo do ISPA, do Museu Nacional de História Natural e da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) detectou 11 657 destas aves entre 2009 e 2010.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Charadriiformes
Subordem: Lari
Família: Laridae
Gênero: Larus
Espécie: L. fuscus
Gaivota alegre
A gaivota-alegre ou guincho-americano (Leucophaeus atricilla[2]) é uma gaivota de tamanho médio, típica das costas atlânticas da América do Norte, Antilhas, Sul de Califórnia e do norte de América do Sul.
Esta espécie é muito rara na Europa e a sua ocorrência em Portugal pode ser considerada excepcional. Em 2005 houve uma invasão sem precedentes, tendo a espécie sido observada em diversos locais dos Açores e em diversos países da Europa.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Charadriiformes
Subordem: Lari
Família: Laridae
Gênero: Leucophaeus
Espécie: L. atricilla
Gaivota prateada
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Charadriiformes
Subordem: Lari
Família: Laridae
Género: Larus
Espécie: L. argentatus
Cegonha preta
A cegonha-preta (Ciconia nigra) é uma ave ciconiforme da família das cegonhas. Habita lagos, rios ou regiões alagadas rodeadas por densas florestas. A cegonha preta distribui-se, em Portugal, apenas pelas regiões mais interiores, inóspitas e isoladas. Os troços internacionais dos rios Douro, Tejo e Guadiana oferecem para esta espécie condições privilegiadas, sobretudo devido à fraca perturbação humana que aí se regista e à abundância de locais de nidificação.
É um animal fortemente migrante, exceptuando-se os espécimes da península Ibérica que são residentes. A sua alimentação é muito semelhante à da cegonha-branca. Inclui uma maior percentagem de peixe e outros seres aquáticos. O seu regime alimentar faz com que estas aves sejam extremamente úteis para a agricultura, pois comem inúmeros insectos e servem como controladores de possíveis pragas. A base da sua alimentação é constituída por crustáceos, anfíbios e pequenos peixes.
A cegonha-preta chega da sua migração em março, iniciando imediatamente a época de reprodução. Prefere fazer o ninho nas escarpas mais altas e afastadas da civilização humana ou nos ramos dos maiores pinheiros. A incubação dura vinte dias ou pouco mais.
A sua preservação passa essencialmente pela conservação do seu habitat.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Ciconiiformes
Família: Ciconiidae
Gênero: Ciconia
Espécie: C. nigra
Cegonha branca
A Cegonha-Branca (Ciconia ciconia) é uma ave de grande porte da família das Ciconiidae. A plumagem é maioritariamente branca, com preto nas asas. Os adultos têm longas patas vermelhas e bicos vermelhos longos e pontiagudos e medem uma média de 100-115cm da ponta do bico até ao fim da cauda e 155-215cm de envergadura de asas. As duas subespécies, que diferem ligeiramente em tamanho, acasalam na Europa (norte até à Finlândia), noroeste de África, sudoeste da Ásia (este para sul do Cazaquistão) e sul de África.
A Cegonha-Branca é uma ave migradora de longa distância, invernando em África desde a África subsariana até à África do Sul ou até mesmo no subcontinente indiano. Ao migrar entre a Europa e África a ave evita atravessar o Mar Mediterrâneo e faz o desvio pelo Levante a oriente ou por o Estreito de Gibraltar a ocidente, porque as térmicas de ar do qual a ave depende não se formam sobre a água.
Sendo uma ave carnívora, a Cegonha-Branca digere uma grande variedade de animais incluindo insectos, peixes, anfíbios, repteis, pequenos mamíferos e pequenas aves. Apanha a maior parte da sua comida do chão em zonas de baixa vegetação ou dentro de águas de pouca profundidade.
É um reprodutor monogâmico mas não emparelha para toda a vida. Ambos os membros do par constroem um ninho grande feito de paus que pode ser usado por vários anos. Em cada ano a fêmea põe uma ninhada de geralmente quatro ovos que eclodem de forma assíncrona 33-34 dias após terem sido colocados. Os dois adultos fazem turnos a incubar os ovos e ambos também alimentam as crias. As crias deixam os ninhos 58-64 dias depois de nascerem e continuam a ser alimentadas pelos adultos por mais um período de 7-20 dias.
A Cegonha-Branca foi catalogada como "Pouco Preocupante" pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN). Foi beneficiada com as atividades humanas durante a Idade Média como a limpeza das florestas, mas as mudanças nos métodos de cultivo e industrialização viram a sua população declinar e até desaparecer em algumas partes da Europa nos séculos XIX e XX. Programas de conservação e reintrodução pela Europa resultaram que a Cegonha-Branca voltasse a reproduzir nos Países Baixos, Bélgica, Suiça, Suécia e mesmo até em Portugal. Tem poucos predadores naturais mas abrigam vários tipos de parasitas; a sua plumagem é lar de várias espécies de piolhos e ácaros das penas e o seu enorme ninho é lar também de várias espécies de mesostigmata.
As Cegonhas-brancas consomem uma grande variedade de presas animais. Preferem alimentar-se em prados dentro de aproximadamente 5km do seu ninho e áreas em que a vegetação é curta e baixa de modo que as presas fiquem mais acessíveis. A sua dieta varia de acordo com a estação, local e disponibilidade das presas. Itens alimentares mais comuns incluem insectos (principalmente besouros, escaravelhos, grilos e gafanhotos), minhocas, repteis, anfíbios particularmente espécies de sapos como a Pelophylax kl. esculentus ou o Sapo-comum (Rana temporária) e pequenos mamíferos como ratazanas, toupeiras e musaranhos.
Menos comum, mas também comem ovos de aves e aves jovens, peixe, moluscos, crustáceos e escorpiões. Caçam principalmente durante o dia, engolindo por inteiro presas pequenas, mas matando e desfazendo presas maiores antes de engolir. Elásticos são confundidos com minhocas e consumido, por vezes resultando na obstrução fatal do trato digestivo.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Ciconiiformes
Família: Ciconiidae
Gênero: Ciconia
Espécie: C. ciconia
Tainha montanhesa
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Ordem: Mugiliformes
Família: Mugilidae
Gênero: Agonostomus
Espécie: A. monticola
Robalo branco
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Ordem: Perciformes
Família: Centropomidae
Gênero: Centropomus
Espécie: C. undecimalis
Baicu Biocelatus
O Baiacu biocelatus (Tetraodon biocellatus), é um Baiacu dulcícola encontrado no Sudeste Asiático.
O Baiacu biocelatus chega até os 6 cm. São peixes coloridos, com riscas amarelo-esverdeadas nas suas costas. Baiacus biocelatus são relativamente pacíficos diferentemente de outros tetraodontidae. Convivem muito bem com peixes como o Abelhinha e Molinésias, mas todas as espécies de peixes há um risco de incompatibilidade dentro do tanque.
Assim como outros membros da família Tetraodontidae, o baiacu biocelatus é capaz de inflar, mas não o induza a isso, pois o estresse resultante pode matar o animal. Baiacus são moluscívoros e comem muitos organismos bênticos incluindo mexilhões, cardídeos, ostras e krill. Seus dentes em forma de bico, são capazes de quebrar as conchas de suas presas. Em cativeiro, muitos comem caramujos como um substituto dos moluscos de concha dura, mas ainda se mantém suscetíveis à gigantismo.
Reino: | Animalia |
Filo: | Chordata |
Classe: | Actinopterygii |
Ordem: | Tetraodontiformes |
Família: | Tetraodontidae |
Género: | Tetraodon |
Espécie: | T.biocellatus |
Baiacu ará
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Ordem: Tetraodontiformes
Família: Tetraodontidae
Género: Lagocephalus
Espécie: L. laevigatus
Marlim
O termo marlim é a designação comum aos peixes teleósteos perciformes da família Istiophoridae, que são encontrados dos Estados Unidos até o estado brasileiro do Espírito Santo, eventualmente também até no estado do Rio de Janeiro, que possuem uma longa mandíbula superior em forma de bico. Também são conhecidos pelos nomes de agulhão e agulhão-de-vela. O marlim pode atingir até 120Km/h por um curto período de tempo.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Ordem: Perciformes
Família: Istiophoridae
Golfinho-do-rio-da-prata
O golfinho-do-rio-da-prata (Pontoporia blainvillei) é um cetáceo da família dos pontoporídeos (latim científico: Pontoporiidae) é única espécie de seu gênero, o Pontoporia, que é também o único gênero dentre os pontoporídeos. Também conhecido como boto-amarelo, boto-cachimbo, franciscana ou toninha, pode ser encontrado nas águas costeiras do Brasil (do Espírito Santo à Região Sul) e Argentina, podendo, no entanto, ser encontrado em alguns rios. A espécie adulta vive de 15 à 20 anos, pesa entre 36 kg e 50 kg possui cerca de 1,8 metro de comprimento, bico longo e fino, nadadeiras peitorais curtas e largas e nadadeira dorsal pequena e triangular. Costuma ser confundido com o boto-cinza, devido ao tamanho e aos hábitos tímidos.
É uma espécie ameaçada, e é calculado que só nas redes de pescadores são mortos aproximadamente 1,500 golfinhos cada ano. Por viverem perto da costa, é comum eles caírem nessas redes. Estima-se que existe uma população de 40,000 golfinhos vivendo entre as costas do Uruguai e Brasil.
Gosta de pequenos peixes, lulas e adora camarão. Seu bico longo, com 210 a 242 dentes, é perfeitamente adequado à sua dieta.
Quando estão com 2 ou 3 anos, já estão aptos à acasalar. Os machos também podem se reproduzir ao atingirem 1,3m e as fêmeas com 1,4m.
A gestação dura em torno de 10 meses. Quando chega o período outubro-maio, nasce apenas um filhote que pesa de 7 a 9 kg, medindo em torno de 70 cm.
Vive no litoral da América do Sul, entre a península Valdés, na Argentina, e São Paulo. O golfinho-do-rio-da-prata é a única espécie do grupo dos golfinhos de rio que habita o mar, embora ele penetre distâncias curtas nos rios de sua área de distribuição.
Domínio: Eukaryota
Reino: Animalia
Superfilo: Deuterostomia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Mammalia
Subclasse: Theria
Infraclasse: Eutheria
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Superfamília: Platanistoidea
Família: Pontoporiidae
Gênero: Pontoporia
Espécie: P. blainvillei
Boto
O boto, também chamado peixe-boto, franciscano e toninha, é um mamífero da ordem Cetacea, nativo da Amazônia e das costas do Atlântico, Pacífico, Índico, Mar Adriático, Mar Arábico, Mar Cáspio, Mar Vermelho e Golfo Pérsico e que é parecido com um golfinho. Os botos são dos poucos únicos mamíferos dessa ordem que possuem representantes vivendo exclusivamente em ambientes de água doce, sendo considerados, por alguns zoólogos, como as espécies atuais mais primitivas de golfinhos.
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti